sábado, 28 de outubro de 2006

"COMO O CINEMA ERA BELO", Gulbenkian 2,5€

50 filmes inesquecíveis
Integrado nas Comemorações do Cinquentenário da Fundação e em colaboração com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, este Ciclo de Cinema apresenta 50 filmes, numa escolha de João Bénard da Costa. Uma mostra que assinala também a contribuição da Fundação, entre 1973 e 1990, para a divulgação do cinema através da organização de Ciclos, com obras clássicas, que marcaram uma época na formação dos gostos e na cultura cinematográfica em Portugal.

Todos os filmes serão apresentados no Grande Auditório da Fundação.
Os bilhetes custam €2,50 e podem ser comprados na bilheteira da sede ou online.

Filmes em exibição no fim do Loucos, no Calendário.
O Grande Auditório ocupa o extremo Sul do edifício da Sede, tendo uma lotação de 1300 lugares. Está equipado de modo a poder acolher todo o tipo de espectáculos - concertos, teatro, dança e conferências -, dispondo para o efeito de um palco equipado com oito elevadores, um reflector acústico móvel, bem como de sistemas de tradução simultânea. O Auditório 2 (334 lugares), várias salas de conferências e duas galerias para exposições temporárias, completam os espaços do edifico da Sede.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Dans Paris


O Palácio

Curta em exibição no ar.co

1º Festival de Lisboa do Cinema Ibérico - Hola Lisboa

[7 a 17 de Dezembro]
O Cinema São Jorge (Avenida da Liberdade) vai ser o palco da 1ª edição do Festival do Cinema Ibérico -Hola Lisboa, de 7 a 17 de Dezembro. Esta iniciativa, que conta com o apoio da Egeac, tem como objectivo dar a conhecer o melhor dos cinemas português e espanhol.

O Hola Lisboa surge como forma de combater a falta ligação entre os dois países, no que diz respeito ao cinema, e promover o intercâmbio cinematográfico, a criação de laços culturais entre Portugal e Espanha, bem como abrir portas a cooperações e co-produções entre realizadores, produtores, distribuidores e críticos de cinema ibéricos.

Para além da competição habitual, que engloba longas e curtas-metragens, para além de documentários de origem portuguesa e espanhola, o Festival integra secções paralelas, como é o caso da “Competição entre Escolas” portuguesas e espanholas, onde se confrontará a qualidade dos melhores trabalhos realizados em cada país. Será também exibida uma Retrospectiva de Cinema Luso-Africano e Latino-Americano.

O Hola Lisboa pretende tornar-se numa referência ao nível cinematográfico e passar a realizar-se anualmente em Lisboa e Madrid, de forma alternada, alargando-se a outras cidades de Portugal e Espanha e, a longo prazo, integrar na competição oficial obras de países Lusófonos e da América Latina.

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

2º Lesboa

Remodelação do Loucos

Neste momento o loucos está mais ligado à rede.

Qualquer post que contenha a palavra "Lisboa" é linkado no Loucos. O I tem os blogs com mais relevância (ou seja mais links), o II têm relevância intermédia, o III tem pouca relevância.

Qualquer notícia sobre "Cultura" que seja publicada na RTP, jornal Público, SIC, jornal El Mundo e New York Times é também linkada automaticamente no Loucos.

No lado inferior direito do blog foi adicionado também uma nova área de interesse, onde qualquer foto que seja publicada no Flickr com o tema Lisboa aparecerá no Loucos.

Isto permite uma percepção, não só cultural, do que se passa em Lisboa a qualquer momento.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

As famosas taxas do BES

Um cliente insatisfeito com as taxas do Banco Espírito Santo escreveu uma carta à administração do BES. Esta insatisfação sobre as taxas do BES levou a que este banco criasse uma campanha publicitária que lançou um produto novo. O produto chama-se BES 100% e anuncia uma conta a custo zero, prática comum em muitos outros bancos.

Exmos Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os meses os senhores e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer produto adquirido (um pão, um remédio, uns litros de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do meu BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como, todo e qualquer outro serviço. Além disso, impõe-me taxas. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardar pão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobraram-me preços de mercado. Assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobraram-me uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobraram-me uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam "por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos.

Agora ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobraram-me uma taxa de 1€.

Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5€ "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".

A surpresa não acabou: descobri outra taxa de 25€ a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quente".

Mas, os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações do v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc, etc, etc. e que apesar de lamentarem muito e nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal.

Sei disso.

Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais.

Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.

Lucros do BES aumentam 46,5% no 3º trismestre de 2006

domingo, 22 de outubro de 2006

Instalação de Cabrita Reis na Fundação Calouste Gulbenkian

FUNDAÇÃO
PEDRO CABRITA REIS

25 Julho 2006 a 29 Abril 2007
Centro de Arte Moderna José de Azevedo Perdigão, Gulbenkian, Piso 0


Crítica sobre a Instalação


Horário:
Terça a Domingo 10:00 às 18:00.
Última entrada no museu às 17:45
Entrada gratuita aos domingos.

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Doc Lisboa começa na sexta

Tornado em Santarém

(Foto de Ana Sofia)
"A estação do Instituto de Meteorologia registou ventos com rajadas de 70 quilómetros por hora, situação considerada normal, nesta época do ano.Mas pode ter ocorrido um fenómeno localizado, devido a uma situação de instabilidade com vento forte e chuva.
"Suspeitamos que não se trata de um mas sim de três mini-tornados", divididos por três zonas diferenciadas do norte do distrito, explicou Joaquim Chambel, comandante Distrital de Operações de Socorro."

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Rivoli

O movimento Juntos no Rivoli continua sitiado no Rivoli, Porto, há mais de três dias. Este movimento unido quer:
  • Repensar a cidade
  • Envolver toda a sociedade civil
  • Intervenções que estruturem o médio e longo prazo
  • Ter uma voz activa no desenvolvimento do Porto e do seu posicionamento
  • Queremos debater o Rivoli, o seu futuro, o destino do teatro municipal, que deve ser de todos.
  • Recusamos um concurso que apenas serve para entregar à lógica de privados o que foi comprado e recuperado com dinheiros públicos.
  • Defendemos a continuação do Rivoli, numa lógica de serviço público, como um instrumento de uma política cultural encarada como factor de desenvolvimento.
  • Queremos ajudar a encontrar alternativas para a gestão de uma política que sabemos ter recursos limitados mas que é um universo de oportunidades.
  • Vamos ser um espaço sistemático de observação critica da realidade cultural da cidade do Porto e da sua área metropolitana.
  • Propomos a reflexão e a participação de todos na construção de uma solução alternativa que defenda os interesses do Porto.
Existe uma petição online já com mais de dez mil assinaturas de acordo com estes objectivos.

"Ninguém como os situacionistas levou tão longe a prática e a teoria da vadiagem crítica. A Internacional Situacionista (I.S.) nasce em 1957 da fusão de vários movimentos radicais. O Movimento Internacional para um Bauhaus Imaginista, onde se encontram os artistas Asger Jorn (figura central do grupo Cobra) e Pinot Gallizio (fundador do Laboratorio Experimental de Alba e criador da pittura industriale), a Internacional Letrista com Guy Debord e Michéle Bernstein e o Comité Psicogeográfico de Londres de Ralph Rumney1. O surrealismo, que aparece ainda por esta altura como grande referência de demarcação cultural, conta na verdade muito pouco. Todos estes movimentos e personagens já saltaram de paradigma, mesmo se alguns não se deram bem conta. Asger Jorn mantém a prática da pintura até ao fim da vida, tentando adaptar à pintura convencional as teorias do desvio e da crítica social radical. É, apesar disso, um dos grandes teóricos da fase cultural do movimento. Também Pinot Gallizio não consegue retirar as devidas consequências da sua pintura industrial, isto é, de uma arte feita por máquinas. Abrindo o caminho à automação, persiste contraditoriamente na promoção da unicidade do objecto.

Mas se alguns protagonistas têm dificuldade em superar a realização da arte, já o meio artístico e cultural compreende claramente o perigo para a sua sobrevivência de tais atitudes e propostas, desencadeando assim uma guerra aberta às ideias situacionistas. Aliás, o radicalismo crítico deste movimento e a sua recusa em alimentar o espectáculo cultural também nunca facilitaram uma recuperação suave. O novo paradigma, a construção de situações, não é sequer compreensível para uma prática artística baseada na produção de objectos ou, no seu melhor, num jogo contextual. Os situacionistas não querem continuar a operar em contextos predeterminados, querem criar novos contextos." Leonel Moura, Zona Non
Quase cinco décadas depois e é necesária a criação de uma situação semelhante alertando toda a população portuguesa para a cultura. Só por esse facto é de louvar toda esta iniciativa.

Posts que contêm a palavra Rivoli nos últimos 30 dias:
Technorati Chart

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Mecenato e orçamento 2007

Artigo 56.º - D
Deduções em IRC por virtude do mecenato

1 - São considerados custos ou perdas do exercício, na sua totalidade, os donativos concedidos às seguintes entidades:
d) Fundações de iniciativa exclusivamente privada que prossigam fins de natureza predominantemente social ou cultural, relativamente à sua dotação inicial, nas condições previstas no n.º 9.
2 - Os donativos referidos no número anterior são considerados custos em valor correspondente a 140% do respectivo total quando se destinarem exclusivamente à prossecução de fins de carácter social, a 120% se destinados exclusivamente a fins de carácter cultural, ambiental, desportivo e educacional ou a 130% quando atribuídos ao abrigo de contratos plurianuais celebrados para fins específicos que fixem os objectivos a prosseguir pelas entidades beneficiárias e os montantes a atribuir pelos sujeitos passivos.

Artigo 56.º - E
Deduções em IRS por virtude do mecenato

1 - Os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional, nos termos e condições previstos nos artigos anteriores, são dedutíveis à colecta do ano a que dizem respeito, com as seguintes especificidades:
a) Em valor correspondente a 25% das importâncias atribuídas, nos casos em que não estejam sujeitos a qualquer limitação;
b) Em valor correspondente a 25% das importâncias atribuídas, até ao limite de 15% da colecta, nos restantes casos;
c) As deduções só são efectuadas no caso de não terem sido contabilizadas como custos.
2 - São ainda dedutíveis à colecta, nos termos e limites fixados nas alíneas b) e c) do número anterior, os donativos concedidos a igrejas, instituições religiosas, pessoas colectivas de fins não lucrativos pertencentes a confissões religiosas ou por eles instituídas, sendo a sua importância considerada em 130% do seu quantitativo.

Artigo 56.º- H
Obrigações acessórias das entidades beneficiárias


1 - As entidades beneficiárias dos donativos são obrigadas a:
a)
Emitir documento comprovativo dos montantes dos donativos recebidos dos seus mecenas, com a indicação do seu enquadramento no âmbito do presente Estatuto, e bem assim, com a menção de que o donativo é concedido sem contrapartidas, de acordo com o previsto no artigo 56.º-C;
b)
Possuir registo actualizado das entidades mecenas, do qual constem, nomeadamente, o nome, o número de identificação fiscal, bem como a data e o valor de cada donativo que lhes tenha sido atribuído nos termos do presente Estatuto;
c)
Entregar à Direcção-Geral dos Impostos, até ao final do mês de Fevereiro de cada ano, uma declaração de modelo oficial, referente aos donativos recebidos no ano anterior.
2 - Para efeitos da alínea a) do número anterior, o documento comprovativo deve conter:
a)
A qualidade jurídica da entidade beneficiária;
b)
O normativo legal onde se enquadra, bem como, se for caso disso, a identificação do despacho necessário ao reconhecimento;
c)
O montante do donativo em dinheiro, quando este seja de natureza monetária;
d)
A identificação dos bens no caso de donativos em espécie.
3 - Os donativos em dinheiro de valor superior a € 200 devem ser efectuados através de meio de pagamento que permita a identificação do mecenas, designadamente transferência bancária, cheque nominativo ou débito directo.»

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Orçamento 2007

O orçamento do Ministério da Cultura para o próximo ano prevê uma redução da despesa de 17,7 milhões de euros em relação ao ano anterior, o que corresponde a um corte de sete por cento.

Com esta redução, o ministério tutelado por Isabel Pires de Lima passa de 254,5 milhões para 236,8 milhões de euros.
Lusa

Odete Santos irritada no Dança Comigo

Beijo lésbico ou gay


Um beijo lésbico ou gay só é chocante numa ocasião:
  • Quando se mostra a língua.

Graveyard Sessions

Deathrock\PostPunk\GothRock\Coldwave
"As Graveyard Sessions surgiram da masturbação delirante dos egos de três DJs (Stigmata, Treccine e Yggdrasil), amantes das sonoridades efémeras que hoje em dia se correlacionam com o Gótico, bem como da obscuridade peculiar da boémia Lisboa.

Estes três meninos decidiram dar ouvidos aos seus desejos megalómanos e conceber algo de novo, algo grandioso, criativo e sublime, um espaço que possa abrir as portas ao sentimento e à intelectualização.

Aspiramos desta forma oferecer um espaço acolhedor e intimista, capaz de promover e desenvolver relações interpessoais verdadeiramente empáticas. Um espaço onde a simbiose entre a música e o público possa divulgar novas perspectivas musicais a quem não esteja agarrado às conservas culturais que têm impedido a progressão do movimento.

Resumindo, as Graveyard Sessions têm como objectivo ressuscitar reminiscências do passado, bem como introduzir novas bandas e projectos enquadrados no contexto referido, através do uso de dj sets e da projecção de vídeos cuidadosamente seleccionados."

Campanha do PS para a despenalização do aborto


Começou a campanha pelo sim ao referendo da despenalização do aborto. O PS organizou esta conferência com entrada livre no CCB para todos os interessados. Consultar Convite.

Existe um blog que apela ao sim, e já começou a divulgar gifs para os blogs.

A imagem “http://photos1.blogger.com/blogger2/3013/486042424673295/1600/escolhapeq.gif” contém erros e não pode ser exibida.

Rapace no King

A curta "Rapace" encontra-se em exibição nos cinemas King. Considerada como a melhor curta-metragem no Festival de Cinema de Milão, a primeira curta-metragem metragem de João Nicolau tem presente uma encenação teatral e mágica, onde as personagens interagem com os meios digitais sem desumanização, e as suas ideias são expostas como se o seu corpo não estivesse obsoleto.

Hugo (na foto) é a personagem principal desta curta. O "Doutor Mestre", assim chamado pela empregada, após concluir os seus estudos, dedica-se à produção de música. A história que dura vinte e cinco minutos circula à volta da sua criação. A curta mostra-nos um típico intelectual de Lisboa visto pela empregada como um parasita, que nada faz.

7ª Festa do Cinema Francês


Em Lisboa o 7ª Festa do Cinema Francês de 04/10 a 15/10/2006 terminou. No entanto, continua por algumas cidades de Portugal.

Filmes exibidos em Lisboa:

-13 TZAMETI
-ANTONIO VIVALDI, un prince à Venise
-CALL ME AGOSTINO
-CAMPING SAUVAGE
-CARMEN
-CHANGEMENT D’ADRESSE
-COMBIEN TU M’AIMES ?
-DANS PARIS
-DUNIA
-FAUTEUILS D’ORCHESTRE
-FLANDRES
-FRANKIE
-GENTILLE
-ILS
-ILS NE MOURAIENT PAS TOUS MAIS TOUS ÉTAIENT FRAPPÉS
-JE NE SUIS PAS LÀ POUR ÊTRE AIMÉ
-KIRIKOU ET LES BÊTES SAUVAGES
-LA FILLE DU JUGE
-LA PETITE JERUSALEM
-LA RAISON DU PLUS FAIBLE
-LA TOURNEUSE DE PAGES
-LE PASSAGER
-LES ANGES EXTERMINATEURS
-OSS 117 - Le Caire nid d'espions
-PALAIS ROYAL !
-PARIS, JE T’AIME
-QUI M’AIME ME SUIVE
-RENAISSANCE
-SAUF LE RESPECT QUE JE VOUS DOIS
-SELON CHARLIE
-SUZANNE ET LES VIEILLARDS
-VERS LE SUD

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

Ser skinhead, odiar tudo e todos







by Black Skin da Sic Radical mais o seu cão Salazar...

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Museu Nacional de Arte Antiga

ilustração

Até dia 15 de Outubro, no Museu Nacional de Arte Antiga, encontra-se uma exposição temporária que "reúne 95 pinturas de mestres fundamentais na história da pintura europeia, desde o início do Renascimento italiano até à década de 1940-50."

século XV ao XVIII
“Escolas” italiana, flamenga, holandesa, alemã, francesa, espanhola e britânica
Fra Angelico, Bernardino Luini, António Solario, Guido Renni, Canaletto, Tiepolo, Porbus, Van Goyen, Van Ruysdael, Gerard Dou, Siberechts, Cranach, Philippe de Champaigne, Largillière, Boucher, Latour, Greuze, Fragonard, Robert, Vigée-Le Brun, El Greco, Ribera, Reynolds e Gainsborough

séculos XIX e XX
Impressionismo, simbolismo e nabis, fauvismo, expressionismo
Corot, Courbet, Cézanne, Manet, Degas, Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Liebermann, Signac, Lautrec, Redon, Bonnard, Vuillard, Vlaminck, Dufy, Derain, Macke e Morand

€2,5 Estudantes
€5 Normal
Gratuito Clientes Millenium BCP

World Press Photo 2006


(Foto de Finbarr O'Reilly (Canadiana), Vencedora do World Press Photo 2006)

O World Press Photo 2006 está no CCB até ao dia 22 de Outubro de 2006. De terça a domingo, das 10H00 às 19H00 onde a última entrada acontece às 18H15.

"Esta fotografia persegue-me desde que a vi pela primeira vez. Permaneceu na minha cabeça, constante, mesmo após ter visto os milhares de outras fotografias a concurso. Esta imagem tem tudo – beleza, horror e desespero. É simples, elegante e comovente." Finbarr O'Reilly

Alice na pré-nomeação dos Oscars


Os filmes em consideração para a pré-nomeação na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira foram:

Alice, de Marco Martins
O Crime do Padre Amaro, de Carlos Coelho da Silva
Lavado em Lágrimas, de Rosa Coutinho Cabral
Manô, de George Felner
O Fatalista, de João Botelho
Odete, de João Pedro Rodrigues
Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra
Espelho Mágico, de Manoel de Oliveira
Vanitas, de Paulo Rocha
Pele, de Fernando Vendrell
98 Octanas, de Fernando Lopes

O Alice foi o escolhido pelo ICAM "pela sua qualidade, tratando-se de uma obra consistente, que reuniu o consenso da crítica e do público. "

Alice encontra-se ainda em exibição nas salas de cinema em Lisboa do Quarteto. O preço do bilhete é 4€ normal e 3€ para estudantes com sessões às 14H30 e 19H00.

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Garraiada na Universidade Lusófona


MOVIMENTO INTERNACIONAL ANTI-TOURADAS

Amig(a)os,

Mais uma Associação Académica que se diverte á custa do sofrimento animal.
No próximo dia 18 o núcleo taurino da Lusófona leva a cabo uma garraida no recinto da Universidade. Não adianta protestar junto da C.M.L. uma vez que irão alegar que são alheios a uma actividade que ocorre em propriedade privada.

Por favor enviem emails de protesto para a Reitoria da Universidade Lusófona com CC para a Associação Académica, (queremos acreditar que nem todos os estudantes que fazem parte da mesma serão tauromafiosos).

Para: reitoria@ulusofona.pt, administracao@ulusofona.pt, informacoes@ulusofona.pt, mjdamasio@ulusofona.pt, gep@ulusofona.pt, juridico@ulusofona.pt
CC: aaulht@academicalusofona.pt, IMAB@iwab.org, info@animal.org.pt, denuncias@animal.org.pt, sec.dcs@ulusofona.pt, marta.reis@ulusofona.pt, trdamasio@ulusofona.pt

III GARRAIADA DO NÚCLEO TAURINO (02-09-2006)

Informamos que se irá realizar dia 18 de Outubro a III Garraiada do Núcleo Taurino da Académica Lusófona pelas 15:00 no recinto da Universidade Lusófona no Campo Grande. Serão 3 grupos de forcados a pegar: Grupo de Forcados do Núcleo Taurino da Académica Lusófona, Grupo de Forcados da Universidade Lusiada e o Grupo de Forcados da Escola Agrícola de Alter do Chão. Seguido à Garraiada irá ocorrer um espectáculo com o grupo de sevilhanas "Quadro Flamenco". No final do dia irá ocorrer o Jantar do Núcleo Taurino convidando todos os seus membros, grupos de forcados presentes na garraiada, grupo de sevilhanas e todos os aficionados da tauromaquia que queiram participar.

Pelos Animais
Maria Lopes
Coordenadora

20% do trabalho em Portugal é precário

Quem não conhece as famosas ETT (empresas de trabalho temporário)?

DOC LISBOA

No dia 20 de Outubro, Culturgest, Campo Pequeno.

Transe


Um filme de Teresa Villaverde sobre o tráfego humano na Europa. Os povos de leste são conhecidos por sofrer em silêncio, neste caso Sónia, a personagem principal entra em transe.

Impressiona a cena em que um cão penetra sónia, estando a mesma a ser agarrada por três homens. O som do cão a respirar e a ganir no momento da penetração são sentidos, mais do que se vê.

A ver. Em exibição em Lisboa.

domingo, 1 de outubro de 2006

1500 pessoas no Lesboa

http://photos1.blogger.com/blogger/3681/3374/1600/lesboa%20party.jpg
(O recinto antes de encher)

O melhor:
"Para uma festa-piloto, a Lesboa Party foi um sucesso! Excedeu as nossas melhores expectativas. Contámos com 800 pessoas, surgiram 1.500. Resultado: casa cheia desde muito cedo, gente à porta sem poder entrar..." LB
O pior:
"A Organização contratou o serviço especializado da Cocktail Academy por forma a garantir o profissionalismo, a qualidade e um atendimento de excelência na zona de bar. A escolha, que considerámos ser a melhor, também ficou aquém das nossas expectativas..." LB
"O bar em ilha era razoável, mas a organização pecou por meter lá gente que, ou não fazia ideia do que é serviço ou então resolveu fazer a vida negra ao pessoal que lá estava. O(A)s pretenso(a)s "barmans" e "barmaids" estavam bêbado(a)s ou drogado(a)s porque inventaram que só podiam atender as pessoas ao meio de cada bancada e como não havia qualquer aviso a informar, quem tivesse a pouca sorte de se chegar um pouco desviado do centro, esperava mais de meia hora. Abriam garrafas atirando com as caricas para o ar, uma delas veio bater-me na testa, magoando-me. A higiene era escassa porque resolviam atirar com água para as caras suadas e depois deixavam os pingos escorrer para dentro das bebidas que preparavam e entregavam às pessoas, nhec, um nojo! A verdade é que durante aquelas horas só consumi duas bebidas (quando o normal é consumir quatro) porque de cada vez que tinha sede aguentava-a só de me lembrar que iria passar pelo filme de terror novamente." TEMPUS BLOGANDI

"larghhhhh!!!!!!
Music sucked!
O que salvou a noite foi mesmo a companhia.
Mas depois...
Saímos mais cedo. (a qualidade da música da DJ tânia foi mesmo uma trampa...)" aequillibrium

Nunca se viu tanta lésbica junta em Lisboa. Positivo.