sábado, 24 de dezembro de 2005

Lisboa celebra a passagem do ano

Lisboa acolhe 2006 com festa cheia de música e cor

À semelhança dos últimos anos, Lisboa celebra a passagem do ano com uma grande festa na Praça do Comércio.

A Câmara Municipal de Lisboa e o Turismo de Lisboa associam-se para promover uma noite cheia de animação a pensar na população e nos turistas que escolhem a cidade para se despedirem de 2005 e receberem o novo ano.

Na noite de 31 de Dezembro, os The Gift iniciam a festa na Praça do Comércio, que vai culminar com a actuação dos D’ZRT, já depois da meia-noite. O bater das 12 badaladas será comemorado com um grandioso espectáculo de vídeo, som, luz e fogo-de-artifício.

Lisboa vai tornar-se ainda mais mágica e colorida na noite em que dá as boas-vindas a 2006.

Ø 22h30: Concerto dos The Gift

Ø 00h00: Espectáculo piro-musical multimédia

Ø 00h30: Concerto D’ZRT

press release

domingo, 18 de dezembro de 2005

A Vodafone procura as Renas

O Blog Loucos de Lisboa tem fortes indícios que quem tenha roubado as renas ao pai natal tenha sido o Machista Gay. Há muito que este machista anda desaparecido e a sua sexualidade exacerbada revela que é um forte suspeito deste crime que a Vodafone anuncia.




Video do programa "A REVOLTA DOS PASTEIS DE NATA", da 2:

O natal em Lisboa

Parque do Tejo com "UM NATAL NA NATUREZA"

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Este passeio natural realiza-se no próximo sábado, dia 24 de Dezembro. É gratuito e quem se quiser inscrever o mail é avesdotejo@yahoo.com. No mail de inscrição deverá constar o nome e o número de participantes.
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"O passeio que lhe propomos consiste num pequeno percurso pedestre na margem direita do Rio Tejo, junto ao Parque do Tejo. Ao longo deste percurso poderá observar inúmeras espécies de aves aquáticas, e aprender a distinguir e a identificar as garças, os corvos-marinhos, as gaivotas e os maçaricos."

Grande Marcha de Lisboa 2006


(Foto de Carlos Pinto)

"Est�o abertas, at� 15 de Fevereiro, as candidaturas para o "Concurso da Grande Marcha de Lisboa 2006". Esta iniciativa do Pelouro da Cultura da C�mara Municipal de Lisboa, em conjunto com a EGEAC, pretende seleccionar uma composi��o (m�sica e letra) cujos atributos, tanto liter�rios como musicais, melhor caracterizem, dentro deste g�nero musical, a cidade de Lisboa." - press release

O regulamento do concurso est� dispon�vel online no site da EGEAC. O pr�mio para a composi��o vencedora � 3250 Euros e como indicado anteriormente as candidaturas s�o aceites at� dia 15 de Fevereiro.

sábado, 17 de dezembro de 2005

Pal�cio de Queluz com CORPO IMPOSS�VEL


(Foto de Gon�alo Loureiro)

"S�focles, Rei �dipo Corpo e linguagem sempre se afiguraram como as duas for�as humanas expressivas mais poderosas, porque constituem o horizonte no qual habita a felicidade e a desdita e onde as marcas da vida e da morte se inscrevem de modo ineg�vel. Esta rela��o desdobra-se em locais de tens�o entre a palavra significativa e a mudez incompreens�vel, entre o corpo expressivo e vivo e o corpo no ponto da sua dissolu��o ou morte. A constru��o do her�i tr�gico, aqui entendido enquanto ideia e energia e n�o enquanto figura de g�nero, � o s�mbolo mais poderoso, porque mais excessivo e sempre vivido num limite entre a vida e a morte, das contradi��es que atravessam a ideia de humanidade e de comunidade humana. Trata-se de uma figura que nos surge como estando localizada entre a palavra e o sil�ncio, o divino e o humano e � esta sua posi��o que aqui se assume como eixo. A exposi��o que agora se apresenta n�o lida directamente com o g�nero liter�rio da trag�dia, mas sim com o conjunto de experi�ncias e de conhecimentos que ficaram depositados nesses dramas e nessas figuras. N�o s�o estabelecidas rela��es com textos ou personagens espec�ficos, antes o central � a densidade dessa atmosfera ? prof�tica, cruel, sanguin�ria, sexual ? a qual os trabalhos destes quatro artistas assumiram como ponto de partida. Assim, o her�i tr�gico, ou a hero�na, ou o anti-her�i, surgem como conjunto de caracter�sticas psicol�gicas, est�ticas e filos�ficas que s�o revisitadas e reequacionadas. O que une estes quatro artistas e estes seus trabalhos � a consci�ncia, profunda e intensa, que corpo e linguagem s�o inst�ncias de incompreensibilidade, surgindo sempre como mist�rios resistentes � curiosidade e � an�lise."

(continua��o do press-release no blog Entrelinhas)

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Segundo o P�blico, esta exposi��o ocorre at� dia 31 de Janeiro de 2006 no Pal�cio de Queluz. Os criadores s�o Adriana Molder, No� Sendas, Rui Chafes e Vasco Ara�jo. Escreve o Gon�alo Loureiro que no dia 21 deste m�s o cat�logo da exposi��o ser� lan�ado com um ensaio do fil�sofo Jos� Gil.

Carlos Saura fica sem 1 milh�o de euros

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Lisboa nega apoio financeiro para projecto cultural sobre m�sica urbana que seria produzido por Carlos Saura, de nacionalidade espanhola.

Este projecto cultural, segundo o El Pais abordava o fado e Carlos Saura pedia ao Estado portugu�s um milh�o de euros. O Estado recusa o apoio. Segundo declara��o de Maria Jos� Nogueira Pinto ao DN:

"Tengo todo el respeto por Carlos Saura, pero no entiendo por qu� raz�n un filme sobre el fado, destinado a promover un elemento esencial de la cultura y la identidad nacionales, debe ser entregado a un realizador espa�ol"."

N�o fico espantado e entendo que seja um realizador espanhol a fazer um filme sobre o fado pois a n�vel cultural Espanha est� muito mais desenvolvida e as iniciativas s�o bastantes.

O apoio, na minha opini�o deveria ser dado, mas com o objectivo que se fizesse uma edi��o bilingue em castelhano e em portugu�s.

As ind�strias culturais e tecnol�gicas s�o as �nicas formas de desenvolvimento da economia europeia e cada vez mais os pol�ticos est�o a aperceber-se disso.

N�o importa que seja um espanhol ou um portugu�s a realizar o filme. O que importa � que se promova estas iniciativas que ajudam a projectar-nos internacionalmente e tamb�m a dar-nos a conhecer e que ajudam a conhecermos os espanhois que est�o mesmo aqui ao lado.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

King com Broken Flowers

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Sala cheia no King para o filme Broken Flowers (imagem superior). O espa�o King fica no Areeiro mesmo ao lado da esta��o de comboios Roma-Areeiro. � um espa�o onde o cinema ocupa um lugar de destaque com tr�s salas que exibem continuamente filmes de grande qualidade.

Entra-se no King e vemos uma mulher na bilheteira de saia com os seus cinquenta anos. Gloriosa, retoca a c�r dos seus l�bios com um pequeno espelho redondo. A vaidade, n�o s� pseudo-cultural, mora por estes lados.

O King � constitu�do por uma livraria com grande diversidade e logo a seguir um caf� que faz recordar os anos 70. � curiosa a sensa��o de ir beber um caf� ali por volta da meia noite. Envolvemo-nos num ambiente underground de fumo, de luz e apedrejados de cultura. As horas passam e a luz mantem-se. N�o h� janelas, apenas luzes de halogenio que nos d�o a percep��o de que seja dia.

Os lugares no cinema s�o marcados e somos guiados por uma senhora existindo sempre o pormenor da pequena lanterna que nos orienta pela escurid�o de uma sala cheia de cabe�as estranhas.

A imagem ?http://www.fipresci.org/festivals/archive/2005/cannes/photos/broken_flowers.jpg? n�o pode ser mostrada, porque cont�m erros.

Broken Flowers � um filme a ser visto, retirei dele duas "soundtracks" que me marcaram:

The Greenhornes With Holly Golightly - There Is An End
Holly Golightly - Tell Me Now So I Know

Para al�m da m�sica da eti�pia (Yegelle Tezeta) que diz o pobre do preto com tr�s filhos que faz bem � alma.